terça-feira, 31 de julho de 2018

An Amazing experience


An amazing experience

Today, I finished Carl Sagan’s book The demon-haunted world and consequently, the word which comes to my mind is saudade, truly I am going to miss his book and all the truth it brought into my life.
During the reading I got myself wondering, how would react other people from different profession all around the world while reading his texts? He was an astronomer, but like me, he was a teacher too. Thus, I read his book with teacher’s eyes and as a teacher I felt very glad when I saw how human a man could be even though, he is clearly an atheist. His love for humanity was one of the most beautiful and courageous attitude I have seen in years. I am fond of his love for people and his genuine faith in science as a tool, better say, a way to liberty, to comprehension, to life itself.
He spreads the necessity of searching, studying, learning and doubting. He asks in his book for skepticism. He defends the critical and skeptical search on behalf of science but beyond this, on behalf of humanity. His text is so inclusive, so abundant that I cannot find space here to run about all I learnt. He defends the rights of people over ethnical origins, sexual orientation or religious orientation, in his text you can find a critical analyzes about the danger of being so skeptical and think of being in the right position because your life is based on the proves you can see by scientific experiments.  He points the necessity of having an open mind, but still considering people believes as humans and individuals. He accuses the media of being a tool of stereotypes which is bad used and tendentious.  
 He makes a serious discussion on religions and UFOs, he runs over the problems of being so credulous. He relates religion and UFOs, and how humanity is misplacing their mysticism into another beliefs. Carl Sagan was worried about the future and the scientific analphabetism of the USA, but if one takes a better look on it, it is possible to see that this problem is found all around the globe. The scholar methods are boring, and they don’t dig slightly the surface of real science. Actually, the public system does not supply or fund students’ needs or teachers’ lessons plans. It is a reality and a sad true that his book in 2018 is still so current.
  
I am amazed of doing this so rich and enterteining reading. Thanks, Carl Sagan for this beautiful sample of humanity.  

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Lines

Then and again you tore my heart apart.
You break me into pieces
You let me on the ground
How do we call it love?
I thought love was a noble feeling
Not that bleeding sensation you bring to me
Now and then you break your promises
You break my soul
You let me alone
You let me down

What I've done was loving you
Caring you
Putting you above my dreams
Above my own
Above all

Surely you've never known
You've never felt
You've never measured my ache
My wounds...
That careless love I die for
It is the reason to keep me alive
To keep me going
I don't know myself
I have no will
I am yours and I am broken
The air to breathe comes from your mouth
The heart beatings bump in your chest

Who I am? I'd rather ask you...

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Some Thoughts and Questions about the Origin




Through the past few days I’ve been reading a book. The book runs about the polemic idea of the possibility of science proves the nonexistence of God. Even though scientists live their lives among other things trying to prove it, I’ve got some questions unsolved about the impact it would cause in the society. 

I agree in some part with Darwin’s theory, for me makes sense that humans had an evolution through the ages and that they had an origin different of the idea of Garden of Eden. In point of view it does not matter in fact the way we came from to earth. If it was across the holy scriptures or across Darwin’s evolution theory. What really matters is: even if there is no Eden at all or Darwin’s theory to prove our origin, the existence of God is something we cannot change or deny.

My main question is, what gives movement to our body? And I am not talking about the body’s function. I am talking about the soul, what animates our bodies? Where did our soul come from? And what does this mean? Is it not too complex to deny? For me the existence of God remains in the idea of our own existence. The fact that we are alive and breathing. Despite that any theory or scriptures, God existence is inside every human and thing alive on this earth.
Nevertheless, the impact of proving the nonexistence of God in the society could be intolerable. If we think of those amoral people around the world. Those pedophiles, sociopaths and soon. People to whom the rules of society there is no value. What would they do if there are not any hell, or heaven to go, any sin to be absorbed or punished?

If we start to the point that most of them feel somehow paralyzed due to their religious beliefs the nonexistence of God could be a dangerous freedom to them and the chaos we live today could gain enormous consequences to our sick worldwide minds. It’s impossible to cover the evil inside human nature. The disbelief of God and the inconsequence of no further punishment after life could give them the freedom they intent to have to commit all the barbarism they would think.
 

quarta-feira, 4 de maio de 2016

PRINCE LESTAT



     É a primeira vez que eu como leitora de Anne Rice me deparei com um livro tão bem amarrado em todos os seus aspectos. Só que dessa vez eu li o livro no original em inglês. O que me faz pensar que talvez as minhas perguntas não respondidas estejam ligadas a má tradução dos mesmos. Em vários livros lidos através do tempo da mesma autora, me senti irada, e a palavra é mesmo essa, por que haviam com ainda há (por que é o estilo da escritora e é por isso que eu amo os livros dela) vários núcleos de personagens que iriam se amarrar lá na frente, unindo suas histórias para culminar em finais surpreendentes. 
    
    Entretanto, em vários livros fiquei com a sensação de que faltava alguma coisa, alguma história não muito bem desenvolvida e ficava pensando será isso erro proposital da autora? Eu acho que não. E depois desse último livro vou, dar uma atenção especial aos livros no original. Eu tenho alguns volumes no original e em português tanto da Anne Rice como de outros autores. E desejo a partir de agora dar uma especial atenção a essas leituras para identificar possíveis dúvidas. Mas, vai ficar a suspeita de más traduções. 

    O livro em si é incrível e cheio de núcleos assombrosos, envolvendo toda a história das crônicas vampirescas até então. Conta a trajetória de todos os vampiros conhecidos do universo de Rice e os ainda desconhecidos do público em geral. A história é sobre o Lestat, o Brat Prince, mas também é sobre toda a raça de vampiros vagantes sobre a Devil's road, sobre as proles, sobre os espíritos, os mistérios da Talamasca, sobre as Gêmeas, o "Sacrade Core", tecnologia, avanços da ciência e da medicina, crítica social, direitos de sobrevivência e muito mais. 
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       O livro possui partes super engraçadas do próprio Lestat e sua mania de herói, partes emocionantes onde existem vários níveis de afeto e relações amorosas, personagens saudosos, como  Gabrielle reaparecem e o Loius ou o charmoso e terrível Armand. Para quem gosta de Anne Rice o livro é excelente e cativante. Não achei cópia traduzida para o português e também não sei se será traduzido futuramente. Mas como disse antes a história está perfeita, e cheia de coisas impossíveis, mas com a retórica de Anne Rice é muito possível você ponderar sobre essas estranhas possibilidades. Boa leitura e até a próxima.   

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

OS MISERÁVEIS PRIMEIRAS IMPRESSÕES (Victor Hugo)


           "Os miseráveis" é um clássico literário excelente e inquietante, porém, apesar de muito bem humorado, crítico e sarcástico é uma obra de difícil leitura. Aos menos a pessoas (como eu), acostumadas com obras da contemporaneidade que são de fácil compreensão.  Como o título acima é autoexplicativo, só quero reforçar que a leitura do livro ainda não foi concluída. 
             
             Contudo, existe uma necessidade de divisão de idéias aqui antes que partes da história se percam, como já foi dito é um desafio dos mais agradáveis, porém permeado de diversos contextos e fatos históricos para os quais é necessária uma compreensão maior da história da França, dos próprios franceses miseráveis em vários graus de miséria e disseminação do mal, e da mesquinharia próprias da raça humana. Não é possível falar aqui de forma imparcial da obra lida até agora, por que aquele que for cético verá pelo lado do ceticismo e da forma justa de cumprir a lei, aqueles que forem de inclinação emocional, principalmente aqueles, que tiveram uma formação espiritual em alguma religião e ainda possuidor de parte desses valores irá olhar com olhos de bondade e abnegação, em relação a expiação do mal outrora praticado afim de que se possa alcançar a libertação por meio da penitência.
           
             Como deve estar explícito a pessoa que vos fala, teve formação católica e até agora não conseguiu identificar nenhum sarcasmo no texto de Victor Hugo, quando este se refere a Deus. Sem querer aprofundar mais nos fatos do livro onde o autor fala das interferências divina na vida humana, que não são poucas. Vou tentar explicar aqui algumas partes relevantes. (CONTÉM SPOLIERS!!!!!) A história começa contando sobre um padre que não se sabe de onde veio e menos ainda se é padre de verdade, mais por ser sábio conseguiu ser agraciado por Napoleão Bonaparte que neste momento era nada menos que imperador da França. Assim,este padre foi sábio até o dia de sua morte, foi um ser que esfregava na face da humanidade a vergonha de sua miséria, sem nunca ter uma palavra de degradação ou injúria para ninguém. Esse mesmo padre chamado Monsenhor Bienvenu, fazia caridade aos pobres e partia sua própria renda com os pobres que eram muitos, como o é ainda hoje. E ficou conhecido por vários lugares por sua bondade e por respeitar o voto de pobreza. Acontece, que na vida desse mesmo padre aparece Jean ValJean,um antigo forçado das galés,crime: O roubo de um pão para matar a fome. Assim, aparece nosso primeiro miserável a ser nomeado na história, esse Jean Valjean foi condenado a vinte anos de trabalhos forçados por esse roubo inominável - um pão. 
               
              Porém, aqui ainda não há espaço para ternura ou boa vontade com para ele, ele era no melhor dos casos o pior tipo de monstro perverso e selvagem que se possa encontrar, as galés tiraram dele toda sua humanidade, ele não pensava mais. Ele não era mais um homem, apenas respondia por um número. Contudo, a providência o trouxe de volta. Essa providência se chamava Monsenhor Bienvenu. Não foi o melhor encontro, nem o mais amigável, porém, aquele ser humano horrível animalesco, retornou a sua humanidade pela angústia, pelo ódio e por fim pelo arrependimento. Pois, o Bispo, outrora padre,  que o recebeu em casa e deu-lhe de comer, de riqueza possuía apenas dois castiçais e alguns talheres de prata e os deu a Jean Valjean, que tencionava roubá-los. 

                E ele assim foi embora da casa do bispo.  Sete anos depois tinha adotado outro nome e vivia para a caridade à exemplo do Bispo de Digne (Monsenhor Bienvenu). Enquanto Jean Valjean, buscava a redenção, nos deparamos com Fantine a bela e inocente que se vê, sem emprego, grávida e sozinha, frente a uma vida sem perspectiva e esperança. Após o nascimento ela deixa a filha aos cuidados de um estalajeiro  e  sua esposa com a promessa de pagamento mensal em troca de que estes cuidassem de sua "Cosette". Fantine segue a pé para a sua cidade natal e lá consegue emprego na fábrica de um homem que logo virá a ser prefeito da cidadela. Porém, amesquinharia da alma humana faz com que Fantine perca o emprego e caia na prostituição.  Não antes de torna-se uma miserável pelas mãos da intolerância. As vidas de Jean Valjean e Fantine se cruzam e Cosette passa a ser para ele como gente de sua própria gente, este que tinha perdido tudo. 

              Na história também temos Javert, que é oficial de polícia, e por sua boa memória e julgamento ferrenho terá papel decisivo na vida de muitos miseráveis. A história de  Victor Hugo é abundante e permeada por temas dos mais diversos, o reinado de Napoleão, vários capítulos sobre a derrota de Waterloo sob a visão de um patriota, muito lúcido do seu papel. O panorama histórico da Europa que culminará num futuro próximo na Revolução Francesa. A pobreza ainda mais agravada, a crítica que o autor faz ao desperdício do dinheiro do império enquanto a França passa fome. É um livro terrível, pelas verdades que encerra. Porém, é também e sobre tudo o espelho da raça humana. 

quarta-feira, 10 de junho de 2015

THE LORD OF THE RINGS

 
 The fellowship of the ring


            I read first book “The lord of the rings”, the first part the fellowship of the ring. This can be silly for millions of people, but for me is a victory! I didn’t like Lord of the rings when I was a teenager, I don’t know why, but I thought it was boring and slow. I tried reading this book for one or twice in my adolescence, but I can’t. And now, surprise, surprise! I loved the book!
               So I will speak about my first impressions. The book is very interesting and full of possible analogy. When I read the prologue Tolkien wrote that the book didn’t have no analogy, and was completely unpretentious, because this I told above which is possible find analogy, no it have analogy. I certainly find some analogies how: I think that elves are angels, and the middle Earth is ours planet and the earth beyond of sea is heaven. Things like that while reading made me think this about story.  
  
            Maybe Tolkien didn’t want this in his book, but is completely possible to reader thinks like that, and for me this idea is amazing. This book has a concept about racism, and prejudice. And how we can live with different people and different ways, that is can be possible and nice for us. We can see in this book that differences are considered normal and that were good to characters.
            Frodo wents to your journey with more three Hobbits, two men, one magician, one Elf and one dwarf, there is the biggest diversity here! So Tolkien told us how love ours brothers in the world and how live with them. I love the book, it brings a beautiful message of peace and love. I just finish the first book but now I know why people love it.
                   

     

terça-feira, 28 de abril de 2015

Então eu li, Dickens...

            

            Dickens foi um dos autores que eu tinha curiosidade de ler e compreender a obra por causa de uma das minhas escritoras preferidas a Anne Rice, ela mencionava Dickens em suas obras, eu lembro que enquanto eu lia A hora das Bruxas II  o “David Copperfield” foi citado como o livro preferido de uma de suas personagens, minha  curiosidade crescia a cada vez que eu ouvia esse nome.
           
           Em novembro de 2012 eu comprei o “Grandes Esperanças” , mas só este ano que eu comecei a lê-lo por que o primeiro contato não me estimulou e na época eu estava concentrada no meu trabalho de conclusão de curso. Levei entorno de três meses para conseguir acabar a leitura, o final era o que esperava, foi bom como todo clássico deve ser, mas eu não gostei da leitura de forma alguma.   Quando eu digo que foi bom é por que eu já suspeitava do final da história e creio que isso deve ter sido proposital, o desfecho foi excelente, mas para um livro de 639 páginas (e eu gosto de livros grandes!) eu achei que não teve nada de especial que me entretece na história, na verdade tive que reler várias vezes as mesmas páginas por que frequentemente me perdia (ou viajava para outra galáxia).
           
          Minha opinião é que apesar de eu gostar muito de história de desenvolvimento de cidades e de seus momentos históricos e essa história ter como panorama Londres eu não consegui me ater a esse pano de fundo. Achei absurda a existência da Srta. Havisham em termos fisiológicos e de higiene pessoal, apesar de ela ter um grande papel nas esperanças de Pip, setenta por cento da história não acrescentou nada de muito interessante para mim, no entanto eu entendi o perfil perfeito de burguesia da época abordada por Dickens. Mas como sempre, eu não sou nada além de um leitor para criticar a obra de Dickens, estou com os contos de natal aqui em casa para ter uma segunda opinião e antes de tudo culpo a mim pela minha insatisfação.

            
        Sempre acho que a obra deve encontrar o leitor ao longo da vida e talvez esse não tenha sido meu momento e eu preciso ter com Dickens em um momento de maior maturidade para entender melhor sua obra, digo isso por que eu gosto muito de clássicos e eu li o “Morro dos Ventos Uivantes” duas vezes e na primeira leitura não gostei e hoje eu amo a história. Eu me entristeci ao descobri que não gostei de Dickens e desejo melhor encontro ao próximo leitor de “Grandes Esperanças”, eu ainda quero ler “Retratos Londrinos” para curar essa ferida. Boa leitura!